O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, aponta os reajustes salariais, a regulamentação das mais diversas carreiras e a substituição de terceirizados por servidores próprios como a fórmula para mudar a cultura do serviço público, tornando-o mais valorizado e profissional."Concordamos com a tese geral em que o Ministério Público sempre bateu: em atividades-fim do Estado não pode haver terceirização. Resolvemos o problema das relações de trabalho para dar mais estabilidade ao atendimento e à prestação de serviços, para que a população tenha um serviço de melhor qualidade sendo oferecido", disse.Perto de finalizar a substituição de cerca de 40 mil terceirizados na administração direta, o ministro ressalta que as estatais também serão orientadas a investir em quadros próprios. "O Ministério Público do Trabalho está reclamando que há muitas empresas públicas com esse problema. Então, também estamos sentando para decidir como vamos resolvê-lo. Teremos de fazer como na administração direta, um plano com um cronograma para atacar o problema", comenta, ressaltando que em algumas empresas o problema já começou a ser combatido.Sobre as críticas a um possível inchaço da máquina pública, Bernardo rebate, dizendo que antes os dados não levavam em conta os terceirizados e, assim, o Estado aparentava ter menos funcionários do que na atual administração. Como ainda há áreas com problemas, um dos próximos passos é reformular as carreiras da Educação, incluindo os hospitais universitários federais que, segundo Paulo Bernardo, têm cerca de 20 mil funcionários contratados de forma irregular.
Área federal: ministro garante 15 mil vagas para concursos
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Marcadores: Notícias
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