Para passar no concurso público dos seus sonhos, é necessário estar preparado – e isso não se resume a procurar apostilas para download e estudar. Mais de 120.000 vagas em concursos públicos estão previstas para 2009. Seja uma decisão certa ou errada abrir esta quantidade de vagas neste momento, elas não deixarão de ter apelo sobre o grande número de pessoas que passam pela incerteza do mercado de trabalho neste momento de crise. Já passei na minha cota de concursos públicos, convivo com boa quantidade de pessoas que continuam passando, e reconheço nelas uma série de práticas que as levou ao sucesso – elas estão muito mais relacionadas a manter a calma e a motivação, do que ao número de horas de estudo. Em particular, venho observando há tempo que abandonar todos os lazeres e dedicar-se integralmente a devorar livros e cursos não é uma característica comum entre os aprovados. Passar em concurso tende a ser uma maratona, e não uma corrida de curto prazo, portanto a vantagem está em quem consegue preservar o fôlego (e a motivação) a longo prazo. Assim, além de uma preparação completa (conteúdo, aspectos psicológicos e provas complementares – física, psicotécnica, médica, etc.), é necessário: Conscientizar-se de que não vale a pena manter o foco nos seus concorrentes. Os fóruns de bate-papo com outros “concurseiros” muitas vezes causam mais mazelas e desinformação do que vantagens. Concentre-se no que diz o edital, e em avançar o máximo possível, independente do que seus concorrentes digam; Preparar-se para uma campanha de longo prazo – portanto, sem possibilidade de deixar de lado os demais aspectos da vida (incluindo o lazer e a vida social!). Busque o equilíbrio sempre! Estudar do jeito certo – pelo conteúdo do edital, na proporção do peso de cada disciplina. Erros muito comuns são estudar com base no conteúdo e distribuição de matérias nas apostilas que eventualmente lhe caiam às mãos, estudar pouco, não cobrir todos os temas do edital e concentrar-se em matérias “preferidas”; Se necessário, buscar experiência: inscrevendo-se em outros concursos, resolvendo provas passadas e simulados. Especialmente se você tiver desafios de ordem psicológica que reduzam seu desempenho na hora da prova. A prática leva à perfeição! Evite também os erros comuns. leia o edital inteiro, chegue cedo e leve tudo que for exigido – nada do que consta no edital é sugestão… Ouça com atenção as instruções dadas no início, e leia a folha de rosto (e se possível a prova inteira – ajuda bastante o subconsciente, se você estiver preparado) antes de começar, e comece pelas questões rápidas e fáceis. Trate o gabarito com a importância devida, e reveja antes de tomar qualquer atitude definitiva, copmo transcrever ou entregar. Além de várias outras técnicas já mencionadas em nossas dicas para estudar e prestar concursos ;-) Trecho do artigo publicado em Organize-se para passar no ‘concurso dos sonhos’ em 2009 (g1.globo.com): Especialistas alertam: somente com disciplina e organização o candidato conquistará uma das mais de 120 mil vagas no serviço público com previsão de serem preenchidas por meio de concursos em 2009. Segundo eles, o caminho a ser percorrido entre a escolha do concurso público e o dia da prova deve ser encarado com tranquilidade, mas com muito foco e dedicação. Trecho da matéria do G1 “O candidato precisa acreditar que passará no concurso como resultado de seu esforço. Ser aprovado é mais do que sorte. É estudo, treino e dedicação. Todos são capazes, desde que estudem o necessário”, diz Carlos Alberto de Lucca, coordenador geral do curso preparatório Siga Concursos. “O número ideal de horas para se estudar é o maior número de horas que o candidato puder, mantida a qualidade de vida e do estudo”, recomenda William Douglas, professor, juiz e autor de 28 livros sobre técnicas e dicas de preparação para concursos.
Continue LendoConcurso: 12 dicas testadas e aprovadas para passar
Estudar para o sucesso ou estudar para ser feliz?
O sociólogo inglês T.H. Marshall, autor do primeiro livro sobre o tema da cidadania, - CLASSE SOCIAL, STATUS E CIDADANIA, de 1949 - demonstra como os diretos que compõem a cidadania foram nascendo e se firmando ao longo de três séculos: os direitos civis no Século XVIII, os direitos políticos no Século XIX e os direitos sociais no Século XX.
Diferentemente do adulto que pode e deve exercer seus direitos - direito de votar, de expressar opiniões, de ir e vir, de se filiar a associações ou de escolher uma profissão - a criança tem o "direito de ser obrigada a estudar". Evidentemente, a criança não sabe que tem esse direito, e cabe a seus responsáveis - ou ao Estado - garantir que ela seja obrigada a estudar. Pode-se dizer, numa analogia, que jovens que estão concluindo o ensino médio tem o direito de serem incentivados a continuar estudando.
É exatamente esse o objetivo central deste texto, elaborado para reforçar a energia intelectual dos alunos que em breve irão enfrentar o desafio da escolha de uma faculdade e de uma carreira profissional. De início, convém enfrentar uma questão terrível: por que os jovens - salvo exceções - não gostam de estudar? Sabemos que existem milhares de razões individuais e/ou familiares, como falta de tempo, ambiente familiar tumultuado, falta de dinheiro, problemas de saúde, entre tantos outros. Porém, existe uma explicação geral para essa ausência de gosto pelos estudos, qual seja, jovens - e adultos também! - não gostam de estudar porque não aprendemos a tirar prazer do ato de adquirir conhecimento. Desde cedo somos levados a acreditar que a felicidade mora lá fora, na praia, no sol, no carnaval, no futebol ou na balada noturna. Estudar, por sua vez, é encarado como um pesado fardo do qual precisamos nos livrar o mais rápido possível.
Na origem dessa percepção está um outro problema que merece ser abordado, que é a ausência de incentivo para a busca do conhecimento. O incentivo dado pelo professor em sala de aula é, evidentemente, imprescindível, mas é igualmente importante o incentivo que vem de conversas com familiares e amigos. Uma vez que entre nós, brasileiros, é pouco difundido o hábito de conversar sobre "assuntos da escola", os temas analisados em sala de aula costumam permanecer restritos àquele ambiente. Embora alguns campos do conhecimento não sejam adequados para conversas entre amigos, - como geometria, química ou matemática - felizmente boa parte da matéria dos livros e das aulas é constituída de temas que fazem parte de nosso cotidiano, embora não estabeleçamos articulações entre os conteúdos da História, da Geografia ou da Literatura, por exemplo. É a nossa vida concreta. Tudo se passa como se apenas falar sobre futebol ou sobre novelas de televisão fosse "natural", e não nos damos conta de que dominamos porções de conhecimento específico sobre cada um desses temas, sem o que não haveria área comum para o desenvolvimento da conversa. Da mesma forma como cada um de nós temos um quantum razoável de conhecimento sobre a historia do Brasil, mas dificilmente alguém toma a iniciativa de conversar, por exemplo, sobre a escravidão, ou sobre a economia cafeeira paulista.
Aproximadamente metade dos alunos que estão se preparando para ingressar na faculdade irá escolher cursos das áreas de exatas ou biológicas. No entanto, a área de humanidades tem uma propriedade que deve ser aproveitada por todos os alunos, sejam eles futuros historiadores ou futuros engenheiros: a ênfase na linguagem, tanto no que diz respeito à pratica de redação, quanto na tarefa de ler e interpretar o texto escrito. Esse foco das disciplinas da área de humanidades deve ser aproveitado por todos os alunos, não apenas porque a redação tem peso decisivo nos exames de acesso às faculdades de um modo geral, ou porque sem desenvoltura na leitura e na interpretação ninguém é capaz de compreender os enunciados de questões de matemática, física, ou de quaisquer outras disciplinas. Mas, sobretudo, porque a linguagem é instrumento de desenvolvimento da consciência e do raciocínio. Além disso, a linguagem é o plasma da vida em sociedade, e todas as profissões são exercidas nos marcos da sociedade, com suas conquistas e suas injustiças.
Aqui entra o papel da Literatura. É preciso dizer com todas as letras que ignorar a tradição literária de um povo tem conseqüências deletérias, pois não é possível formar um bom químico, por exemplo, sem uma dose de Machado de Assis. A literatura não apenas expressa quem somos nós, povo brasileiro, como situa os traços de personalidade de cada um de nós - e dos personagens - numa chave universal de humanidade. Um dos mais brilhantes intelectuais que o Brasil já produziu, Antonio Candido, no texto "Direito à Literatura", enfatiza um mérito da Literatura que geralmente passa despercebido: a obra literária é um fator de ajuda na organização de nossos pensamentos e de nossos sentimentos.
Uma vez que o texto literário nos ajuda na compreensão da sociedade e aprofunda nosso entendimento das relações pessoais, a convivência com as obras literárias pode ser importante instrumento na conquista da "inteligência emocional", uma das características pessoais mais valorizadas pelo mercado de trabalho, que nada mais é do que a capacidade de conviver com pessoas diferentes e de absorver decepções de modo civilizado e não auto-destrutivo. A obra literária pode ser uma aliada importante para o profissional de nossos dias, que não pode cogitar parar de estudar, porque a Literatura mantém a mente preparada para a inclusão de novos conhecimentos, pois "ela nos organiza, nos liberta dos caos e nos humaniza", para usar as palavras de Antonio Candido.
Apesar de toda apologia que se possa fazer à ampliação do conhecimento, basta observar a realidade para saber que estudar não garante automaticamente um futuro profissional maravilhoso. Porém, todo mundo da área da educação sabe que há uma relação direta entre escolaridade e nível de renda, conforme já foi comprovado por diversas pesquisas. Independentemente da profissão, o salário - ou a renda, caso se torne um profissional liberal ou um empresário - estará relacionado ao número de anos passados na escola e, é claro, aos cursos de fato concluídos. Essa relação entre escolaridade e renda é verificável até mesmo entre trabalhadores de ocupações idênticas: um caixa de banco que estudou 18 anos ganha mais do que um colega que estudou 16 anos. Entre profissionais que concluíram o ensino superior está igualmente presente essa tendência: um médico que, depois de formado, fez cursos de especialização tem renda mais alta do que um colega que parou de estudar quando recebeu o diploma. Não por acaso, a reputação de "médico de ricos" - equivalente, é claro, à reputação de excelente médico - é construída a partir de títulos obtidos formalmente na universidade, como mestrado ou doutorado. Além da renda propriamente dita, quase todas as realizações que podem ser extraídas de uma carreira profissional dependem da quantidade de anos investidos nos estudos e dos diplomas obtidos. Que fique claro, portanto, que sem educação formal não existe possibilidade de sucesso profissional.
Resta tentar responder à segunda parte da pergunta que relaciona estudo e felicidade. O processo de ampliação do conhecimento habilita cada um a enxergar o mundo e a si próprio com olhos críticos, pois fornece subsídios para a análise apurada das relações sociais que determinam o lugar de cada indivíduo na sociedade. A compreensão dos diversos fatores que compõem a estrutura social permite que o jovem do ensino médio - ou de qualquer estágio da escolarização - se situe de maneira realista diante de uma das perversidades da sociedade contemporânea, que é a integração social pelo consumo. Como a ditadura do consumo nunca pode ser plenamente satisfeita - há sempre um celular novo, um tênis mais bonito ou outro objeto de consumo - a frustração constante pode levar à diminuição da auto-estima e à erosão de relações sociais e familiares. A ampliação do conhecimento facilita a tarefa de desmontar as armadilhas do consumismo, tarefa essa da qual ninguém está liberado, nem mesmo os muito ricos, como fica evidente nos exemplos de milionários que perderam tudo.
O posicionamento crítico diante da realidade social não significa diminuir a capacidade de sonhar. Os sonhos - de realização profissional, de bem-estar material, ou de felicidade afetiva - são o ponto de partido necessário de um projeto a ser perseguido. É claro que esse duplo exercício mental - um olho na realidade e um olho nos projetos de vida - é constantemente submetido a provações de toda ordem. De um lado, os supostos exemplos de jovens que se tornaram muito ricos com o futebol ou com a música, por exemplo. De outro, as dificuldades concretas vivenciadas pelos jovens e suas famílias, e que muitas vezes são motivos reais de abandono ou de adiamento de projetos. Entretanto, o desenvolvimento pessoal, resultado da ampliação do conhecimento, poderá assegurar a capacidade de se manter, de modo realista, na perspectiva da construção de um projeto profissional.
Para encerrar com o mesmo autor, T.H. Marshall define a cidadania como um "conjunto formidável de direitos", no qual está o "direito de participar, por completo, na herança social e levar a vida de um ser civilizado de acordo com os padrões que prevalecem na sociedade". E os padrões que prevalecem na sociedade, sabemos todos, são aqueles de valorização absoluta do conhecimento. Quem esta impedido de participar da herança social devido a insuficiências da formação profissional não pode conquistar a felicidade. Em outros termos, estudar é imprescindível para ser feliz.
Por Roseli Martins Coelho* * Roseli Aparecida Martins Coelho é professora da cadeira de Teoria Política da FESPSP (Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo). Doutora em Filosofia Política e Mestre em Ciências Sociais.
Continue LendoMarcadores: Motivação, Textos Para Leitura
É Divertido Fazer o Impossível
DIFERENÇAS Um sujeito estava colocando flores no túmulo de um parente, quando vê um chinês depositando um prato de arroz na lápide ao lado.Ele vira para o chinês e pergunta-lhe: - Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o defunto virá comer o arroz?E o chinês reponde-lhe: - Sim, quando o seu vier cheirar as flores! Respeitar as opções do outro, em qualquer aspecto, é uma das maiores virtudes que um ser humano pode ter.As pessoas são diferentes, agem de forma diferente e pensam diferentemente. Nunca as julgue, apenas compreenda-as. (Sabedoria Oriental) A LIBERDADE DO PAPAGAIO Um mercador que tinha um papagaio preso a um poleiro, um dia, resolveu viajar para a Amazônia e perguntou ao louro o que desejava de lá. Este lhe pediu: - Se vires algum bando de papagaios livres, pergunta -lhes como também posso ser livre e voar. Na amazônia, o mercador viu um bando de papagaios e gritou-lhes a mensagem do louro. Ao ouvi-lo, o guia do bando caiu como morto. O homem, penalizado, pensou: “Coitado!, devia ser parente do meu papagaio”. Ao voltar, contou o sucedido a seu papagaio e este, para seu espanto, tombou como morto. O homem lamentou, mas, resignado, desprendeu o louro inerte e o atirou ao quintal. No próprio impulso com que foi jogado, ele alçou vôo e pousou num galho. O mercador, muito admirado, perguntou-lhe: - Afinal, o que significa tudo isso? E o papagaio respondeu-lhe: - Apenas segui a lição.Não basta adquirir sabedoria, é preciso também saber usá-la. ( Autor desconhecido) VALORES DO MUNDO Um professor de jardim de infância pediu que os alunos lhe trouxessem à escola, no dia seguinte, a coisa que mais gostassem e que mostrassem para todos os colegas. Qualquer coisa, desde que, para eles, fosse a melhor.No dia seguinte, as crianças chegaram muito animadas, cada qual trazendo aquilo de que mais gostava. Trouxeram seus ursinhos de pelúcia, brinquedos de toda sorte, carrinhos de todas as cores e tipos e bonecas, muitas bonecas.Mas um deles trouxe seu grande pai e o apresentou a todos como sua posse mais valiosa! (Ajay Kumar)
Continue LendoMarcadores: Motivação
Construindo Pontes
Marcadores: Motivação
Descobrindo a própria força
Marcadores: Motivação
Persistência e coragem
Um homem investe tudo o que tem numa pequena oficina. Trabalha dia e noite, inclusive dormindo na própria oficina. Para poder continuar nos negócios penhora, com muito pesar, as jóias da esposa. Quando apresentou o resultado final de seu trabalho a uma grande empresa, disseram-lhe que seu produto não atendia ao padrão de qualidade exigido. O homem desistiu? Não! Volta para a escola por mais dois anos, sendo vítima de grande gozação por parte de seus colegas, e de alguns professores que o tachavam de "visionário". O homem ficou chateado? Não! Após dois anos, a empresa que o recusou finalmente fecha contrato com ele, porém, durante a guerra, sua fábrica é bombardeada duas vezes, sendo que grande parte dela foi destruída. O homem se desesperou e desistiu? Não! Reconstrói sua fábrica mas, um terremoto novamente a arrasa. Essa é a gota d'água? O homem desistiu?Não! Imediatamente após a guerra segue-se uma grande escassez de gasolina em todo o país, e este homem não pode sair de automóvel nem para comprar comida para a família. Ele entra em pânico e desiste? Não! Criativo como de costume, ele adapta um pequeno motor à sua bicicleta, e sai às ruas. Os vizinhos ficam maravilhados e todos querem também as chamadas "bicicletas motorizadas". A demanda por motores aumenta muito, e logo ele fica sem mercadoria. Decide então montar uma fábrica para essa novíssima invenção. Como não tinha capital, resolveu pedir ajuda para mais de quinze mil lojas espalhadas pelo país. Como a idéia é boa, consegue apoio de mais ou menos cinco mil lojas, que lhe adiantam o capital necessário para a indústria. Encurtando a história: hoje a Honda Corporation é um dos maiores impérios da indústria automobilística japonesa, conhecida e respeitada em todo o mundo. Tudo porque o sr. Soichiro Honda, seu fundador, não se deixou abater pelos terríveis obstáculos que encontrou pela frente. Portanto, se você vive hoje momentos difíceis, como quase todo o mundo, não se deixe desanimar e persista. A vida reserva um prêmio maravilhoso para aquele que persiste, que tem fé, e que não se deixa abalar pelo desânimo. O que sabemos é uma gota. O que ignoramos é um oceano. E se mesmo depois de uma vida inteira de persistência, você não conseguir desfrutar do conforto material desejado, saiba que conquistou algo muito maior, muito mais duradouro do que os tesouros da terra. Você conquistou um dos tesouros do coração e que chamamos de "virtude". Pense nisso! A marcha do tempo é inexorável. De qualquer forma as horas se sucedem. Utilize-as de maneira digna, mesmo que a peso de sacrifícios. Tudo na vida constitui convite para o avanço e a conquista de valores, na harmonia e na glória do bem.
Continue LendoMarcadores: Motivação, Textos Para Leitura
'Concurso se faz até passar', diz especialista
Autor de livros sobre concurso indica estudar conteúdo de edital e fazer provas antigas.Candidato que concorre há sete anos segue cronograma e escreve tudo o que estuda. Além de autor de 27 livros sobre técnicas e dicas de preparação para os exames, o autor do quadro de horário que inspira a organização pessoal de candidatos de concursos é juiz titular em Niterói (RJ). William Douglas já vendeu mais de 300 mil exemplares. Seu livro mais conhecido, com 120 mil exemplares vendidos, é o "Como passar em provas e concursos", publicado pela editora Campus/Elsevier. William Douglas conta que já foi reprovado em seis concursos e depois aprovado em sete, entre os quais para juiz de direito, delegado de polícia e defensor público. Dos sete, ele passou em primeiro lugar em cinco. Em suas palestras, ministradas para mais de 600 mil candidatos, Douglas mostra o próprio exemplo. Ele também estudou sozinho para concursos e, por isso, tem sido referência para muitos candidatos que estão passando pela mesma experiência. Um dos seus "mantras" é "concurso não se faz para passar, mas até passar". Para isso, ele diz ser primordial ter atenção com a organização e o planejamento da vida pessoal, do tempo e do estudo, além de aprender a estudar e a fazer provas. "O importante é saber que existirá um processo de amadurecimento emocional e intelectual antes do sucesso. Daí, a pessoa deve se preparar para passar um tempo semeando e regando antes de colher." Ele diz que atualmente há uma imensa gama de informações disponíveis em livros, apostilas e na Internet, que disponibiliza material gratuito. "Em qualquer caso, com cursinho ou sem, o que será cobrado está relacionado no edital do concurso, e é isso que deve ser estudado." Outra dica do escritor e juiz é realizar as provas anteriores como treinamento e para se acostumar com a forma de ser indagado sobre a matéria do edital. "Também é recomendável fazer concursos reais, para adquirir experiência. Em casa, é sempre útil aprender a encontrar um lugar adequado, concentração, organizar a vida para poder estudar e fazer exercícios, mesmo que precise ir para uma biblioteca". Anivo Ferreira Santos, de 25 anos, se autointitula "concurseiro de carteirinha" e diz que o livro de William Douglas o estimulou. Morador de Barreiras (BA), tem o sonho de se tornar auditor fiscal. Ele faz concurso desde os 18 anos, mas após 2005 aumentou a intensidade – naquele ano prestou 10. Em 2006 foram 15. Neste ano, já fez oito exames, e quer chegar ao mesmo número do ano passado até dezembro. Sempre se preparando sozinho. "Não me troco por nenhum aluno de cursinho", comenta. Anivo conta que ficou sem trabalhar durante três anos só para estudar entre 2004 e 2007 - o pai o ajudou financeiramente. O esforço valeu a pena. Ele passou em quatro concursos – todos de ensino médio, entre os quais o do IBGE, onde trabalhou até a semana passada como supervisor - o trabalho era temporário. Agora, aguarda ser chamado para a Polícia Militar de Minas Gerais. Ele diz que usava a internet e conseguia CD-Roms com outros concurseiros. Como não tinha dinheiro para comprar apostila, pedia a colegas que estudavam em uma universidade de Brasília para imprimir o conteúdo do CD-Rom no laboratório de informática. Com o material em mãos, estudava trancado no quarto, de preferência de madrugada ou bem cedo, entre as 5h e 6h, "por causa do silêncio", e dormia no máximo quatro horas por dia. No café da manhã, tomava café forte com guaraná em pó. Depois corria uma hora por dia “para oxigenar o cérebro”, sempre das 6h às 7h. Tinha um cronograma com a programação do dia no computador, que seguia à risca. Ele conta que ficou dois anos sem namorar e sem bebida alcoólica por causa dos estudos. “Todo dinheiro era para comprar apostila, pagar a taxa de inscrição e custear as viagens para fazer as provas”, diz. Para o concurseiro de carterinha, o maior rival não é o colega que está na sala de aula fazendo o exame. “Meu maior concorrente sou eu mesmo”, afirma.
Continue LendoConcurso: dá para conciliar trabalho e estudo
Para 'craques de concurso', organização garante emprego público
Diminuir o tempo para o lazer. Começar a se preparar o quanto antes. Organizar melhor os estudos. Fazer a prova com confiança. Dicas simples, mas que estão entre as preferidas de quem entende de concursos. O G1 pediu conselhos para três “experts” que já passaram em vários concursos, entre eles o da Receita Federal, um dos mais esperados pelos candidatos. Ricardo Ferreira, 38 anos, Demétrio de Macedo Pepice, 30 anos, e Alexandre Camara Meirelles, 39 anos, contaram o que fez a diferença na hora de encontrar uma vaga em uma repartição pública. Os três foram aprovados em concursos para cargos relacionados à área fiscal, uma das que oferecem os melhores salários na carreira pública. Confira abaixo como cada um deles se preparou.
Marcadores: Como passar em concursos, Dicas, Motivação
O que voce realmente quer?
Concurso é a morte...
Marcadores: Motivação
5 Dicas sobre como passar em concursos públicos
Video motivacional para concursos
Para passar em concurso público é preciso estratégia, confiança, e motivação. Agir com estratégia faz grande diferença rumo ao sucesso!
Continue LendoMarcadores: Motivação
Motivação: O Primeiro Passo
Motivação, é o desejo por trás de todas as ações de um ser vivo, é o processo responsável pela intensidade, direção, e persistência dos esforços de uma pessoa para o alcance de uma determinada meta. A motivação é baseada em emoções, especificamente, pela busca por experiências emocionais positivas e por evitar as negativas, onde positivo e negativo são definidos pelo estado individual do cérebro, e não por normas sociais: uma pessoa pode ser direcionada até à auto-mutilação ou à violência caso o seu cérebro esteja condicionado a criar uma reação positiva a essas ações. Por isso, vemos que o primeiro passo que uma pessoa precisa dar para passar em concurso público é ter motivação. O problema maior, é que motivação não é comprada em qualquer lojinha da esquina. Motivação é conquistada. Mas, como conquistar a motivação? Essa é uma pergunta muito difícil de ser respondida por outros. Você tem que saber o que mais lhe motiva. E para você conseguir descobrir o que mais lhe motiva, vou tentar passar algumas dicas, tenho certeza, que se identificará com pelo menos uma dessas: Deus: É uma fonte de ânimo e consolo, de força para viver e prosseguir. Muitas pessoas tem vontade de dedicar mais seu tempo à Deus, mas não tem esse tempo. Então buscam ser bem sucedidos em seus empregos, para poderem retribuir sua divindade.
Família: Outros, precisam ajudar a família, que não está em uma situação muito boa, criança precisa de fraldas, o parceiro amoroso quer mais tempo e dinheiro. Essa é uma das principais motivações para ser bem sucedido.
Dinheiro: Já dizia um velho deitado ditado: “Dinheiro não traz felicidade. Mas compra!”. Alguns dizem que o ditado é mentira, mas a grande maioria, diz que isso é verdade sim. É claro, que não queremos ser tão ambiciosos a ponto de deixar de lado outros motivos dessa lista, pois se tivermos somente essa motivação, o dinheiro pode até vir, mas a felicidade, vai ser difícil, visto que o ser humano é carente, e precisa de alguém lhe confortando, seja um amor, seja Deus, seja qualquer outra coisa.
Tempo: Quanto mais estudar com qualidade, mais rápido conseguirá ter uma vida estável, e mais tempo terá para as pessoas que ama, e para desenvolver os projetos pessoais que cada um guarda dentro de si.
Resolver Problemas: Algumas pessoas, resolvem fazer concurso para resolver seus problemas, bem como: “Quero me separar do meu marido, mas não quero depender de pensão”, ou então: “Acabei de me formar em odontologia, preciso juntar dinheiro, e abrir meu consultório”. Isso é o que motiva muitas pessoas a tentarem a vida em concursos públicos.
Segurança: Quem não deseja ter segurança em seu emprego, poder fazer greve quando o salário não está compatível com o mercado, e ter certeza, que seu salário não irá atrasar?
Concordo que é difícil estar sempre motivado, algumas vezes, você pode até pensar em abandonar tudo, jogar tudo pro alto, e continuar sua vida do jeito que está, pois é difícil passar em concurso. Mas não é bem assim que funciona, quando aparecer a vontade de jogar tudo pro alto, pare, pense, e tente se motivar com algum dos elementos acima. Não é fácil se esforçar tanto para passar em um concurso, e quando sai o resultado, você se vê mais uma vez na lista dos que não conseguiram. Para se manter motivado, existem alguns truques, que são: Pense no seu futuro salário, e no tempo livre que terá, caso passe em algum concurso; Tenha sempre em mãos (ou no desktop do computador) uma foto da(s) pessoa(s) que você ama; Deixe no seu desktop uma foto no estilo da imagem desse texto. Resumindo: Tenha compromisso e saiba escolher. Lembre-se: Concurso não se faz para passar, se faz até passar. Fonte: Como Passar em Provas e Concursos
Continue LendoMarcadores: Motivação
Audio Maratona de vida de concurseiros e dicas para superação pessoal d Willian Douglas
Continue Lendo
Marcadores: Como passar em concursos, Dicas, Motivação
5 DICAS SOBRE COMO TER SUCESSO EM CONCURSOS
Marcadores: Como passar em concursos, Dicas, Motivação
Aprendendo a Fazer concurso Por Waldir Santos
Marcadores: Como passar em concursos, Dicas, Motivação
Texto Motivacional sabedoria Oriental
Marcadores: Motivação
Dicas Valiosas de Willian Douglas para concurseiros
Marcadores: Como passar em concursos, Motivação


